quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Eu não acredito em muitas coisas, mas.....

Eu sempre digo para todos que sou positivista.
Ser positivista e antes de mais nada, alguém que acredita em si próprio e nas coisas em que vive. 
Porque não querer ter tudo que sempre quis, nunca foi proibido. E se nos somos a imagem e semelhança de Deus, nos podemos tudo, inclusive criar um mundo.

Eu acredito em muitas coisas e uma delas e na possibilidade da raça humana viver em outros mundos.
Eu acredito que no futuro, teremos a tecnologia para curar doenças que hoje são incuráveis.
Eu acredito que no panteão de estrelas, exista uma raça irmã da nossa, pronta para ser descoberta. Mas também, alguém que nos queira tão mal como disse Stephen Hawking
Eu acredito que no futuro, as crianças serão mais inteligentes e que elas terão a visão do mundo que deveríamos ter deixado para elas.


Nós ainda temos a chance de mudar o nosso mundo, para termos um lugar para habitarmos. 


Quantas coisas estranhas tem ocorrido:


a. Chuvas constantes e inundações catrastóficas;
b. Neves incontroláveis nos cercando e nos deixando isolados do mundo;
c. A fome que assola países pobres e desmancha a vida ainda por nascer;
d. Doenças incuráveis.....


Mas eu ainda acredito que no futuro tudo isso será nada.....


Eu acredito que o homem, resgatará dentro de si o divino... Ponderando hoje, o que é impoderável. 


Vamos pensar... 


Um Negro na Presidência dos estados Unidos, homologando a Lei para o ingresso de homossexuais nas forças armadas. 


Cara!!! Isto é mudança de pensamento. 


Que todos possam compartilhar disso.


Imaginem o mundo com Islâmicos, Judeus, Católicos juntos. Querendo um mundo único. Com uma única língua. A língua dos Anjos e de Deus....


Este é um fio da meada. Vamos pensar nisso.


Um feliz Natal e um ano de 2011 maravilhoso para todos.


Bye Bye.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O que nos importa além do amor?


A felicidade vem "de dentro" de nós mesmos...

O que é que deixamos no mundo, quando dele partimos para outras viagens além do nosso conhecimento.

Nada além do amor que conseguimos transmitir para o maior número de pssoas em nossa vida.

As pessoas se lembrarão disto por muito tempo. As vezes por séculos.

E de nossa mais profunda vontade que buscamos nesta emoção, o esboço do que queremos deixar pra os outros.

Deixar aquilo que mais nos importa para que possa ser aproveitado pelas gerações que virão. Mais do que tudo, pelas pessoas que estejam sincronizadas com a consciência côsmica.

Há uma mensagem imprimida em nossas almas que precisa ser divulgada na nossa era.


A noite, quando não conseguimos dormir e imaginamos não existir um amor em nossa vida, e que temos que abrir o nosso coração e olhar para dentro dele.

Se não nos conhecemos não conseguimos atingir a felicidade porque não conseguimos mensurar o que queremos.

O mestre vem quando o aluno está pronto! E nos estaremos prontos, quando dissermos para nos mesmos. SEI O QUE QUERO.


EU QUERO, que o amor não seja dito algo intangível por muitos. Quero que as pessoas sintam o amor como no comercial do Blackberry. Por que gostar é diluir o amor.

Quem ama quer mais. Quer transmitir o que sente para os demais. Quer sentir que o mundo pode ser mais do que aquilo que pode ser construído pelas mãos dos homens. Quer que uma energia pulsante diga para o resto de todos nós que nada, mas nada pode ser mais perfeito do que o Amor.

No Mundo temos muitas adversidade. Catástrofes são anunciadas dia a dia, encerrando a vida de milhares. Mas sempre há um fio de esperança como a de um homem soterrado por 27 dias, sobreviver apesar de toda falta de esperança.

Há algo muito maior entre nós.

Algo além do que podemos conceber como real.

E o mundo está se transformando. Todos nós temos que perceber estas mudanças e nos tornarmos pessoas melhores.


Vejo esperança no mundo.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

O Universo de Deus -A Compreensão do Macrocosmo

Há algum tempo atrás, existiam dois mexilhões que viviam juntos já fazia muito tempo. Um deles certa vez perguntou ao outro se ele conseguia entender o que era o Universo. O outro mexilhão olhou desconfiado e sem entender muito bem a pergunta, virou-se e disse que o Universo era o lugar onde ele estava e conseguia enxergar.
O amigo mexilhão disse então que o Universo era ainda maior e que por incrivel que parecesse eles estavam encima de uma gigantesca criatura, navegando entre as águas de um mundo ainda maior.

A algum tempo atrá não tinhamos a noção dos âtomos e dos eletrôns, das bactérias e vírus. Não compreendiamos a magnitude de um mundo além do que etava fora de nossos sentidos. Víamos o mundo e entendiamos apenas o que se passava por nossos olhos. Ma então mente dos homens começou a se iluminar e então começamos a entender o mundo microcospico.

Imagine que em cada um destes mundos há um tempo e um espaço único que governa tudo que há alí. Imagine que um dia para nós é apenas 1 hora para um destes mundos.

Agora imagine que além deste nosso mundo estejamos também encima de uma criatura gigantesca, navengando entre águas de um mundo ainda maior. Serão as dimensões tão expressadas pelos misticos? Será que nos não somos parte de uma celula de um corpo? O corpo de Deus?

Vou deixar um fio desta meada.

1. Nos fazemos parte de um sistema estrelar que temos como centro o nosso Sol.
2. Este sistema estrelar faz parte uma galáxia chamada Via Láctea e que tem em seu núcleo um gigantesco buraco negro.
3. Tudo gira ou esta em torno de algo. Esta galáxia está encima de algo? Aonde nos estamos para navegar nestas águas?

Somo parte do Universo de Deus e como está escrito: Na casa de meu Pai há muitas moradas.

Sejamos felizes neste ano que se inicia.





quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Pidgin Living

Hello My friends

Depois de uma invernada muito louca onde presenciamos atividade loucas que nem podíamos imaginar ocorrer no nosso Brasil, como um tornado no nosso querido Sul. Estou divulgando mais um trabalho do Barins Group.

Um breve até logo.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Conhecimento é poder

Meus caríssimos amigos

Meus antepassados sempre diziam: "Quem tem o conhecimento, tem o poder de mudar o mundo". Sempre fui um curioso. Vivia em rodas de conversas, bate papo informal de amigos mais velhos, apenas para ouvir o que eles diziam. Quem sabe eu sairia dali com algo a mais para apresentar aos amigos da minha idade, muitas vezes falando até coisas que não sabia ou entendia. Mais velho, procurei compreender o significado das coisas. O velho dicionário Aurélio era o meu guia, não apenas para escrever as palavras corretamente, mas para compreender o seu real significado. Minhas professoras, principalmente minha grande tutora de matemática no Colégio Neves Prado, que me apresentou o que era ser um aluno autodidata, me fez ver como o conhecimento pode transformar a vida de uma pessoa. Meu pai costumava ler livros que me levavam a um outro estágio. Eles me faziam perceber que o mundo não era apenas o que eu via. Imaginem: olhar para o horizonte e pensar que além das quatros linhas estava escondido um país. Tolice medieval de um mundo submerso no escuro da razão. Depois, percebi caminhando pelo mundo que o horizonte era maior. Um passo a frente do outro e o universo descortinava à minha frente uma realidade imensa. Hoje, estamos na era da informação, mas ainda consigo ouvir ecos daquele mundo "achatado", o mesmo que não consegue arrancar as sombras de Platão que sempre procuram minimizar a alma humana à uma pequenez insignificante do que ela pode realizar. Atualmente, conseguimos viajar pelo mundo de diversas maneiras. Através de câmeras instaladas em praças, de carros que fotografaram as ruas de países que talvez nunca iremos passear, de fotos divulgadas por satélites que estão a quilômetros de distância de nossos pés, de robôs que estão passeando ainda hoje em planetas que ainda não pisamos. O Homem é a maior invenção de Deus. Galileu nos disse: "O homem possui dois olhos para ver, mas ele possui um cérebro para compreender".




quarta-feira, 3 de junho de 2009

ITIL: Implementar ou não?

Quando formada em 1980 pela CCTA (Central Communication and Telecom Agency), o objetivo era disciplinar várias propostas de prestação de serviços de TI para o governo britânico

De lá para cá, a ITIL (Information Technology Infrastructure Library) vem se consolidando entre as empresas privadas, fornecendo as premissas necessárias para as melhorias de seus processos, aumentando o nível de qualidade nos produtos e serviços entregues aos clientes. Dentre várias definições de ITIL já escritas, a dos professores Ivan Luizio Magalhães e Walfrido Brito Pinheiro, no livro Gerenciamento de Serviços de TI na Prática – Uma abordagem com base na ITIL (2007), resume bem sua importância para os negócios.

A adoção da ITIL não é obrigatoriedade para que a empresa possua qualidade na entrega dos serviços. Tudo depende de como ela consolidou seus processos e se possui melhores práticas internas. Se estiver com os processos mapeados e possuir um sistema adequado, é possível adotar outros frameworks para sua complementação, como COBIT (Control Objectives for Information and Related Technology) que é usado para gerenciar processos baseados em objetivos de negócios ou o CMMI (Capability Maturity Model Integration), utilizado especialmente como referência para o gerenciamento de projetos de softwares. Este modelo, a Microsoft utiliza e divulga para clientes em seu site.

Temos ainda boas práticas na gestão de projetos, segundo o PMBok, além de ferramentas para a governança de TI, como BSC (Balance Scorecard), BI (Bussines Intelligence), entre outros. Tendo a possibilidade de utilizar melhores práticas internas, por que adotar a ITIL na empresa? Está é a pergunta que muitos clientes têm feito. Eles investem na certificação ITIL de suas equipes e depois não vêem resultados concretos na estrutura operacional.

Bem, a questão é que a ITIL não é produto das “Organizações Tabajara”, onde os problemas somem de forma automática. É preciso entender, como citado acima, em que nível de maturidade estão os processos da empresa. A complementação, por exemplo, com o COBIT, em melhores práticas internas, já possibilita trabalhar de acordo com o que os clientes esperam. É nisso que está o “X” da questão.

A ITIL, assim como os demais frameworks de governança, são constantemente atualizados por meio de feedbacks das próprias empresas e seus gestores, permitindo melhorias em suas propostas. Atualmente, a ITIL está na versão 3, totalmente reformulada para o mercado atual. Ela e, por exemplo, o COBIT são práticas que estão alinhadas entre si. A implementação de uma favorece a outra e vice-versa.

Por isso, quando empresas resolvem implementar um COBIT, por exemplo, em estrutura com práticas internas, elas podem perceber a necessidade de adaptar políticas para que haja alinhamento entre as práticas. Quando implementamos o COBIT numa empresa baseada em ITIL, ela se dá de maneira muito mais confortável e rápida. Este benefício se estende a qualquer sistema baseado em ITIL.

A padronização do vocabulário comum na prestação de serviços entre TI, clientes e fornecedores é outro ponto favorável para a implementação da ITIL. Como ela trata de relacionamento, todo o gerenciamento desta prestação de serviços é otimizado, o que facilita seu controle e posterior avaliação de benefícios (Alex Prado, 2006).

Para empresas que não possuem modelos de melhores práticas internas, aconselho sempre a buscar a ITIL com a inclusão de pessoas que já tenham o conhecimento da ferramenta. Hoje, ela pode ser usada não somente em grandes empresas, mas também nas pequenas e médias empresas com a mesma proposta das grandes. No próximo artigo, iremos falar sobre os primeiros passos para sua implementação. Até lá!